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CAMPANHA SALARIAL 2024: ENTIDADES APRESENTARÃO ÍNDICE DE RECOMPOSIÇÃO AO GOVERNO

O Fórum das Entidades Nacionais de Servidores Públicos Federal (Fonasefe), onde atua o ANDES – Sindicato Nacional, decidiu por um índice unitário de reposição para ser apresentado ao Governo Federal. A primeira reunião da Mesa Nacional de Negociação Permanente (MNNP) será na terça-feira (11).

A proposta destaca as perdas salariais a partir de julho de 2010, data do último reajuste do segundo mandato do governo Lula. De lá pra cá, a inflação subiu e, mesmo após as conquistas da greve de 2015, as perdas salariais ainda se acumulam.

Dessa forma, o Fonasefe dividiu os/as servidores/as em dois blocos. A categoria docente se enquadra no segundo, isto é, aquelas categorias que firmaram acordo em 2015 para reajuste com parcelas em 2016, 2017, 2018 e 2019. Nesse bloco, a reivindicação é de 40,08% de recomposição salarial. Além disso, a proposta que o Fonasefe levará para a MNNP também inclui a equiparação dos benefícios e auxílios entre os poderes; a abertura imediata das Mesas Setoriais (reestruturação de carreiras); revogaço das medidas que atacam os serviços públicos e direitos da classe trabalhadora.

Em circular divulgada nesta terça-feira (04), a diretoria do ANDES-SN ressalta que o índice certamente será objeto de discussão no 66º Conad, que acontecerá entre 14 e 16 de julho. “Nos encontraremos em breve em Campina Grande/PB, no 66º Conad, e acreditamos que teremos a oportunidade de discutir essa e outras pautas, bem como avaliar a necessidade de atualizarmos esse debate e apoiar o conjunto do sindicato para que nossas reivindicações avancem”, afirma o documento.

ASSEMBLEIA ORDINÁRIA

Ainda no dia 04 de julho, a APRUMA – Seção Sindical do ANDES convocou a Assembleia Ordinária, que teve a participação do professor Amauri Fragoso, tesoureiro do ANDES – SN. Em sua exposição, o docente ressaltou que os valores calculados ainda não recompõem o salário dos docentes, mas esse ponto será discutido nas mesas setoriais.

Ao final da discussão, a Base da APRUMA decidiu por aprovar o índice proposto, no entanto, lutar para que o Fonasefe não apresente ao governo a opção de parcelamento.

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