De norte a sul do país, o grito é um só: Mulheres Vivas. Após semanas marcadas por feminicídios e agressões brutais, milhares tomaram as ruas neste domingo (7) para exigir o óbvio: basta de violência contra as mulheres.
Os dados recentes do DataSenado revelam a dimensão da urgência — 3,7 milhões de brasileiras sofreram violência doméstica apenas em 2025, e quase metade sequer recebeu ajuda das testemunhas presentes no momento da agressão. Não há mais espaço para omissão.
A mobilização nacional pautou medidas essenciais: delegacias especializadas funcionando 24h; ampliação de casas-abrigo; proteção urgente; renda emergencial; garantia de segurança para filhos e filhas; paridade de gênero nos espaços de decisão; e enfrentamento da violência digital.
Em São Luís, o ato reuniu mulheres e apoiadores na Praça da Igreja do Carmo, reafirmando que a luta por justiça e proteção é coletiva.
A Apruma-Seção Sindical marcou presença com representantes da diretoria, do conselho de representantes e da base, unindo-se ao chamado por políticas públicas efetivas e pela defesa incondicional da vida das mulheres.
